Cusco
Pedra, têxtil, ritual, turismo e paisagem fazem de Cusco um território onde patrimônio e performance contemporânea se cruzam.
Pergunta-mãe: Onde termina patrimônio, onde começa performance e quem tem autoridade para representar o mundo andino?
Cusco exige mediação porque prática viva, patrimônio global e economia turística ocupam o mesmo espaço.
O perfil combina recorte estatístico explícito, instituições, bairros, mercados e agenda de campo. Cidade administrativa e metrópole não são sinônimos.
O departamento de Cusco tinha 1.205.527 habitantes no Censo 2017. Esse número não é a população da cidade e aparece aqui apenas como contexto territorial.
A concentração de ritos e turismo em junho permite observar como a cidade performa identidade para públicos distintos. A pesquisa precisa diferenciar participação comunitária, programação institucional e produto turístico.
Oficinas e cooperativas só devem ser visitadas com mediação e consentimento. O objetivo é compreender transmissão, autoria e preço, não extrair imagens de uma prática viva.
Os números são rotulados pela escala que medem. Contexto nacional, departamental ou regional aparece explicitamente.
Inti Raymi; Corpus Christi; Qoyllurit'i conforme calendário e protocolo.
Qorikancha; museus locais; sítios arqueológicos; organizações de têxteis.
Centro; San Blas; Vale Sagrado; comunidades com mediação autorizada.
San Pedro; mercados do Vale; oficinas e cooperativas.
INEI · Censos 2017
O que observar em campo.
Observação, fala, dado, hipótese e interpretação são categorias diferentes.