a pedra brasileira, por inteiro.
Produção, exportação, consumo interno, estados, jazidas e empresas organizados como uma única narrativa: primeiro a escala, depois o tempo, o território e por fim a conexão com o mundo.
o Brasil não é um painel. é uma cadeia territorial.
A leitura começa pelo tamanho do setor, acompanha a série histórica, desce para os estados e chega às jazidas e empresas. Só depois volta a subir para os mercados de destino.
Os capítulos detalhados continuam disponíveis e preservam todas as tabelas, divergências, fontes e notas da versão anterior.
o tamanho vem antes da interpretação.
A indústria brasileira combina mercado interno dominante com uma operação exportadora recorde. O primeiro capítulo estabelece a ordem de grandeza antes de discutir onde o valor é capturado.
o número sozinho não explica o setor.
O recorde de exportação convive com diferenças importantes entre volume, preço médio e tipo de produto. A página de Panorama mantém os oito indicadores, a divergência ABIROCHAS × Centrorochas e as correções metodológicas já publicadas.
ler o panorama completoo setor muda mês a mês, não apenas de um ano para outro.
A série mensal permite enxergar sazonalidade, choques e mudanças de preço que desaparecem quando o dado é reduzido ao total anual.
a série completa é um capítulo próprio.
Ali estão valor, volume, preço por tonelada, sazonalidade e as observações de revisão. Nada foi condensado ou eliminado nesta reorganização.
abrir a série históricao Brasil da pedra é uma geografia desigual.
Produção mineral, beneficiamento e exportação não acontecem necessariamente no mesmo estado. Por isso a leitura territorial precisa separar origem geológica, empresa, processamento e saída comercial.
a geografia de origem termina onde a geografia de destino começa.
Estados Unidos, China e Itália explicam grande parte da receita externa recente, mas cada destino compra uma combinação diferente de produto, valor agregado e material.
| destino | valor 2025 | participação |
|---|---|---|
| Estados Unidos | US$ 795 milhões | 53,6% |
| China | US$ 260,1 milhões | 17,5% |
| Itália | US$ 117,7 milhões | alta de 42,2% |
daqui a leitura continua em Mundo.
Brasil não desaparece dos rankings globais. Ele continua comparável aos demais exportadores, mas ganha uma área própria porque sua cadeia exige muito mais detalhe do que uma ficha de país.
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