pular para o conteúdo
observatório · metodologia e fontes

o que é fonte, o que é levantamento e o que falta.

Este observatório não apura dado primário. Ele reúne, cruza, traduz e credita o que já é público. Onde o dado não existe, a página diz que não existe em vez de estimar.

atualização mensal
faz parte do estudoPesquisa/métodoeste capítulo preserva o detalhamento e as fontes da arquitetura anterior
01as fontes
fontequem éo que fornecenatureza
ABIROCHASAssociação Brasileira da Indústria de Rochas OrnamentaisInformes mensais e anuais de exportação e importação; balanço do setor; guias técnicos.primária, citada
CentrorochasCentro Brasileiro dos Exportadores de Rochas OrnamentaisPágina Dados do Setor; comunicação de imprensa; pleitos setoriais.primária, citada
Comex Stat / MDICMinistério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e ServiçosBase de comércio exterior sobre a qual as duas entidades acima calculam.primária, base
ANMAgência Nacional de MineraçãoPosição do Brasil na produção mundial; cadastro mineiro.primária, citada
SGBServiço Geológico do BrasilAtlas e publicações estaduais de rochas ornamentais.primária, citada
INPIInstituto Nacional da Propriedade IndustrialRegistros de indicação geográfica.primária, citada
USGSUnited States Geological SurveyMineral Commodity Summaries, dimension stone, fevereiro de 2026.primária, citada
USTR e Federal RegisterEscritório de Representação Comercial dos Estados UnidosAções da Seção 301 de julho de 2026.primária, citada
MontaniCarlo Montani, Rapporto marmo e pietre nel mondoSéries mundiais de produção, exportação e preço. Encerrado na XXXIII edição, de 2022.primária, encerrada
Confindustria MarmomacchineCentro Studi da associação italiana de máquinas e materiaisParticipação de mercado por país e leitura país a país. É a âncora mundial desde o fim do Rapporto.primária, citada
China Stone Material Associationassociação chinesa de materiais de pedraExportação chinesa em volume e valor, inclui pedra artificial.primária, via imprensa setorial
ICEX e ASSIMAGRAagências de comércio exterior da Espanha e associação portuguesaExportação espanhola e portuguesa de pedra natural.primária, via imprensa setorial
Mordor Intelligence e Grand View Researchconsultorias de mercadoEstimativa de tamanho do mercado mundial. Divergem em 3,6 vezes e não expõem metodologia.estimativa de consultoria
Sindirochas-ESSindicato das Indústrias de Rochas Ornamentais do Espírito SantoInformativo mensal de exportação desde 2016, com abertura por estado. Cesta de NCM levemente diferente da ABIROCHAS.primária, citada
CBP e USTRalfândega e representação comercial dos Estados UnidosMensagens CSMS e avisos no Federal Register sobre as duas tarifas da Seção 301.primária, citada
Organização Mundial do Comérciosistema de solução de controvérsiasContencioso DS646, aberto pelo Brasil em 28 de julho de 2026.primária, citada
ABNT, ASTM e CENorganismos de normalização do Brasil, dos Estados Unidos e da EuropaNormas de requisito e de ensaio para rocha de revestimento.primária, catálogo
Cal/OSHA e OSHAórgãos de segurança ocupacional da Califórnia e federal americanoRegulação sobre sílica cristalina e pedra engenheirada.primária, citada
ANBAAgência de Notícias Brasil-ÁrabeCobertura das missões do setor no Golfo e do memorando com o porto de Abu Dhabi.secundária, citada
CBSACanada Border Services AgencyTarifa aduaneira canadense de 2026, capítulo 68.primária, citada
CMHCCanada Mortgage and Housing CorporationInício de obra residencial no Canadá, mensal e por região metropolitana.primária, citada
Indian Bureau of Minesórgão mineral da ÍndiaIndian Minerals Yearbook. O capítulo de mármore está na edição de 2022, com data-base de 2015.primária, com ressalva
Japan Stone Industry Associationassociação japonesa do setor de pedraComposição do setor, certificado de origem de pedra e atividades de formação.primária, citada
MLIT e JNTOministério de infraestrutura e agência de turismo do JapãoInício de obra e fluxo de visitantes internacionais.primária, citada
WITS, Banco MundialWorld Integrated Trade SolutionSérie de quinze anos do granito trabalhado, posição 680293, com 192 países reportantes. É a série mais longa e mais ampla publicada aqui.primária, citada
Registro público de conhecimento de embarqueSeair, Zauba, ImportInfo e ImportGeniusData, exportador, comprador, material declarado, porto e peso de embarques individuais. É o único caminho público do código aduaneiro até o nome comercial da pedra.primária, amostra
ANM, Cadastro Mineiro e SIGMINEAgência Nacional de MineraçãoProcesso minerário, titular, município, substância, fase e polígono georreferenciado.primária, citada
UN Comtradebase de comércio exterior das Nações UnidasComércio de rocha por país e por posição do Sistema Harmonizado. É a única forma de montar um quadro da América Latina, porque não existe estatística regional.primária, citada
Servicio Geológico Mexicanoórgão geológico do MéxicoAnuario Estadístico de la Minería Mexicana. Reporta zero tonelada de rocha dimensionável em 2024, o que é quebra de cobertura e não de mercado.primária, com ressalva
OLAMI e CEPALorganismos regionais latino-americanosConsultados e sem série de rocha ornamental. O projeto estatístico INFOMIN do OLAMI foi encerrado em 1993.consultada, sem dado
levantamento amanocompilação própriaCatálogo de materiais, diretório de produtores e repertório de obras, montados a partir das fontes acima e de catálogos de empresa.levantamento, não apuração primária
02as regras

nada sem fonte

Nenhum número aparece sem a entidade e o ano ao lado. Onde duas fontes divergem, as duas são publicadas com a diferença explicada.

nada rateado

Onde a fonte publica um grupo de estados sem abertura individual, o observatório mantém o grupo. Não distribui por proporção nem por estimativa.

evidência, não veredito

Empresas são nomeadas com verbo neutro e data. Não há nota, ranking nem classificação de empresa em nenhuma página pública.

lacuna declarada

O que não foi localizado é publicado como não localizado, com a data do levantamento. A ausência de dado é informação.

03as lacunas de hoje
  • Não há Informe ABIROCHAS de julho de 2026 publicado até 08/08/2026. Pelo padrão da série, deve sair na segunda semana do mês.
  • Não há dado setorial de rochas para julho de 2026 em nenhuma das três fontes primárias, ABIROCHAS, Centrorochas e Sindirochas.
  • Não foi localizada a orientação operacional da alfândega americana confirmando o empilhamento das duas tarifas.
  • Não existe produção mundial total publicada depois de 2020, e não existe tabela comparativa de preço em US$ por metro quadrado depois de 2020.
  • O endereço público de origem dos 259 documentos da biblioteca ainda não foi anexado peça a peça.
  • Dezesseis publicações estaduais catalogadas ainda não foram lidas integralmente.
  • Não há dado apurado sobre a participação do Oriente Médio nas exportações brasileiras de rocha.
  • O repertório de obras não tem fotografia própria. As arestas estão documentadas em texto.
  • Os artigos citam publicações amano cujo endereço público ainda não está definido. Elas aparecem marcadas na lista de fontes.
  • Não existe XXXIV Rapporto de Montani. O encerramento está confirmado pela imprensa setorial e pelo catálogo da editora.
  • Não existe produção mundial em toneladas publicada depois de 2021. O USGS registra NA e a Marmomacchine só rastreia comércio.
  • Do terceiro ao oitavo lugar do ranking mundial de 2025, a posição é pública e o valor não é.
  • A série de preço médio em US$ por metro quadrado equivalente morreu junto com o Rapporto. Depois de 2020 só existe preço por tonelada.
  • O valor de exportação do Egito não é publicado de forma desagregada. Só existe a meta.
  • Não existe série publicada de importação de rocha pelos países do Golfo. O que há são participações nas pautas turca e chinesa.
  • O dado oficial indiano de 2025 não foi localizado. O que existe é projeção do Centro Studi.
  • O IMIB publica a estatística turca do ano cheio em planilha, e ela não foi baixada nesta apuração.
  • Não há informe ABIROCHAS de agosto de 2026 até 08/08/2026. O 07/2026 é o mais recente.
  • A tabela de exportação dos 27 estados não existe publicada. A ABIROCHAS nomeia nove estados e agrupa o resto. A abertura completa só existe no Comex Stat, que é aplicação em JavaScript e exige consulta manual.
  • O volume exportado em 2025 por Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e demais unidades não é tabulado. Sabe-se apenas que somam 35,8 mil toneladas por diferença.
  • Não existe emprego formal do setor por CNAE em RAIS ou CAGED acessível. O número de 150 mil empregos diretos é de 2023 e a fonte parou de publicar a tabela.
  • Não existe abertura do consumo interno por estado individual além de São Paulo. A fonte agrupa em quatro blocos regionais.
  • Os países de origem das importações brasileiras de rocha não são publicados por nenhuma fonte.
  • Não existe curva de concentração da exportação por empresa. Nem ABIROCHAS, nem Centrorochas, nem Sindirochas divulgam.
  • A biblioteca de informes da ABIROCHAS começa em 2021. Os informes de 2019 e 2020 não estão lá.
  • Não saiu orientação operacional da alfândega americana sobre o empilhamento das duas tarifas até 08 de agosto de 2026.
  • Não foi possível confirmar se a rocha italiana está no anexo de exclusões estratégicas da tarifa de trabalho forçado. O conflito entre a regra geral e o reporte setorial está publicado sem escolha de lado.
  • Nenhuma indicação geográfica de rocha nova foi concedida em 2025 ou 2026, e a lista de pedidos em andamento do INPI não foi acessível por consulta automatizada.
  • O ano de publicação da NBR 15844 e o status de vigência das oito partes da NBR 15845 não foram confirmados no catálogo oficial da ABNT.
  • Não foi localizada resolução adotando os quatro novos códigos de NCM propostos pela ABIROCHAS em 2023.
  • Não existe estatística consolidada de rochas ornamentais para a América Latina. A CEPAL publica sobre mineração mas não desagrega o setor. O OLAMI reúne 18 países e a sua única iniciativa estatística, o projeto INFOMIN, foi encerrada em 1993 sem concluir a base. SICA, ALADI e Mercosul também não publicam.
  • Nenhum dos vinte e quatro países levantados publica série utilizável de produção de rocha ornamental. O México publicava e parou: o Servicio Geológico Mexicano reporta zero tonelada em 2024.
  • Só dois países da região têm organização setorial de rocha ornamental identificada: a Cámara del Mármol, Piedra y Granito na Argentina e o clúster estadual de Puebla no México. Nos outros vinte e dois, nada foi encontrado.
  • Não existe nenhuma feira de rocha ornamental em nenhum país da América Latina fora do Brasil. O calendário internacional de feiras de pedra para 2026 e 2027 lista, para toda a região, apenas Expo Revestir e Marmomac Brazil.
  • A República Dominicana não reporta suas importações ao UN Comtrade. A Venezuela também não. Cuba parou em 2022. Nesses três casos só existe o espelho de quem vende.
  • Não é possível saber de qual estado mexicano sai o travertino embarcado para o Brasil: a fração aduaneira mexicana 2515.12.99 não é desagregada por entidade federativa.
  • Nenhuma fonte publica o nome das empresas exportadoras e importadoras. Comex Stat e UN Comtrade não trazem razão social.
  • Nenhuma fonte pública alcançável publica a coordenada de uma jazida de rocha ornamental. O SIGMINE tem o polígono de cada processo minerário, mas o vínculo entre processo e pedra comercial ainda não foi fechado em nenhum dos dezesseis materiais do atlas.
  • Em quinze dos dezesseis materiais premium rastreados, o processo da ANM correspondente à jazida não foi identificado. O único processo resolvido, 832.309/2011 da Geotron, ainda não tem vínculo comprovado com o material que a empresa comercializa.
  • A NCM 68029990 é usada operacionalmente como proxy de chapa de quartzito, mas é a posição residual de outras pedras trabalhadas. Não existe código aduaneiro de quartzito no Brasil.
  • A cadeia de embarques publicada é amostra de onze registros, não censo. Não permite calcular participação de mercado nem volume de nenhuma empresa.
  • Nem o Comex Stat nem o UN Comtrade publicam razão social. O nome das empresas só aparece por registro de conhecimento de embarque, e só para os fluxos em que esse registro é público.
  • A série do WITS para o granito trabalhado não traz quantidade em 2011 e 2014 para o Brasil. O valor existe, o peso não, e por isso o valor por tonelada desses dois anos não é calculável.
Quatro lacunas foram fechadas nesta edição. A América Latina foi mapeada país por país, em américa latina. A série paralela do Sindirochas foi publicada ao lado da ABIROCHAS em a série mês a mês. A série mundial do granito trabalhado, quinze anos e 192 países, está em o granito no mundo. E a cadeia do quartzito, do bloco à chapa e do código ao nome comercial, está em a cadeia do quartzito, atlas das jazidas e embarque a embarque.
Sete afirmações foram corrigidas ou refutadas nesta edição. O código aduaneiro 250621 não existe mais e virou 250620. A Turquia não tem 61% do mármore importado pela Índia, tem 53,4%. A Turquia não vendeu US$ 11,84 milhões de mármore ao Kuwait, vendeu US$ 8,69 milhões. Não há fonte que ligue o quartzito Taj Mahal ao Burj Khalifa. O nome Brazil Stone Experience Riyadh não aparece em nenhuma fonte legível. A missão saudita foi em dezembro de 2025, e a ação de fevereiro de 2026 foi em Abu Dhabi, não em Riade. O Rajastão tem mais de duas mil unidades de serragem e 400 plantas de ladrilho, não 2.300 e 7.000. Todas estão marcadas em quatro mercados.
O modelo do banco é público. As onze entidades, as bases, o tamanho de cada uma e a hierarquia de confiança estão abertos em o banco de dados.
Uma terceira lacuna foi fechada na edição anterior. Dezembro de 2019, que era a única falha da série mensal, foi localizado no informativo do Sindirochas-ES: US$ 76.398.982 sobre 191.988 toneladas. A série passou de 101 para 102 meses e agora fecha contra o total anual publicado.
Cadência. Atualização mensal, na semana seguinte ao informe da ABIROCHAS, com nota do que mudou. Corte atual dos dados: 08 de agosto de 2026.
leitura

declarar a lacuna é o que separa este observatório de um painel qualquer.

Quase todo material do setor apresenta o número que tem e silencia sobre o que falta. Aqui a ausência é publicada com a mesma tinta do dado: dezembro de 2019 não localizado, exportação não aberta por estado, série mundial encerrada em 2020.

É esse rigor que torna o número citável, e é o mesmo rigor que amano aplica quando organiza a informação de uma empresa.

Precisa de um levantamento com esse padrão de fonte e de lacuna declarada?

Adriano Tadeu Barbosa · amano · Curitiba
taxonomia da iconografia

um símbolo pode ser assunto, vista, ação ou estado — e isso agora está explícito.

A mesma gramática visual pode representar naturezas diferentes, mas a taxonomia deve distinguir assunto, visualização, ação e estado semântico.

categoriafunçãoícones
assuntos entidadesterritórios, objetos e domínios que o Observatório estudagranito · mundo · latam · mercados · tarifas · materiais · quartzito · glossario · origem · estados · jazidas · produtores · repertorio · cadeia · eventos · artigos · estudos · biblioteca · banco · metodologia · quem-faz
visualizacoesformas de representar o dado; não criam nova entidadenumeros · serie · mapa · barra · linha · tabela · fluxo
acoesverbos e interações do usuáriobusca · baixar · abrir · corrigir
estados semanticosqualificadores de leitura, evidência e governançaleitura · oportunidade · atencao · estudo · fonte · lacuna · divergencia · confianca · governanca · tempo · peso · preco
Novo ícone só deve ser criado quando não houver símbolo existente adequado dentro da categoria correta. Uma nova vista de gráfico ou novo estado não deve ser tratado como nova entidade do banco.