Índice de captura de valor criativo
A proposta é desenvolver índice de captura de valor criativo como uma iniciativa de inteligência, começando por Argentina e Lima, com desenho comparável em uma segunda geografia. O valor não está apenas no conceito, mas na capacidade de documentar origem, usuário, operação, custo total, resultado e contrassinal.
Como ampliar alcance e receita sem concentrar valor em plataformas, intermediários ou poucos centros urbanos?

Aderência estratégica, peso 15%: 3/5. O score não estima mercado, receita, retorno ou chance de sucesso.
O que precisa ser resolvido antes de vender a solução.
A ficha começa pela fricção e não pela novidade.
No setor de cultura, mídia e economia criativa, a promessa de índice de captura de valor criativo costuma aparecer antes de uma definição clara de público, operação, direitos e impacto territorial. A lacuna é transformar uma intenção ampla em proposta verificável por país e cidade.
Plataformas reduzem barreiras de distribuição e ampliam dependência algorítmica, competição global e assimetrias contratuais. A seleção de evidências conecta UNESCO · Educação e patrimônio vivo, BID · Indústrias culturais e criativas e CEPAL · Perspectivas do Comércio 2024. Juntas, elas justificam investigação, não demanda comprovada ou tamanho de mercado.
Criatividade vira infraestrutura econômica quando talento se conecta a direitos, financiamento, formação, distribuição e dados de mercado.
Três pontos de partida, nenhum atalho.
As fontes justificam investigação. Não comprovam demanda, viabilidade financeira ou causalidade.
Como transformar a hipótese em aprendizado.
O primeiro objetivo é reduzir incerteza, não maximizar escala.
Mapear evidências, usuário, operação, regulação e precedentes em duas geografias.
Delimitar o menor componente de índice de captura de valor criativo que pode ser testado sem prometer escala.
Executar experimento em Lima, com comparação em Curitiba.
Decidir avançar, adaptar ou abandonar usando métricas e contrassinal publicados.
Um teste com começo, comparação e decisão.
O que pode mudar se a hipótese ganhar força.
Desdobramento inicial que precisa ser validado no contexto do piloto.
Desdobramento inicial que precisa ser validado no contexto do piloto.
Desdobramento inicial que precisa ser validado no contexto do piloto.
Três lentes do observatório.
Três países e três cidades para comparação.
A seleção organiza investigação. Não indica prioridade comercial definitiva.
Onde a oportunidade deixa de caber no setor.
O que medir sem inventar meta.
Quem precisa estar na mesa.
O que faria a amano recuar.
Hipótese editorial publicada em 2026-09-03. Não há validação de demanda, orçamento, parceiro contratado, piloto realizado ou recomendação de investimento. O próximo gate é pesquisa de descoberta com usuários e operadores.