Uma hipótese só é útil quando pode perder.
A carteira organiza atenção por score editorial, mas exige experimento, métrica, contrassinal e critério de abandono antes de qualquer escala.

O score mede prioridade de investigação.
Cada dimensão recebe nota de 1 a 5. O total é convertido para 100 pontos. A nota não estima retorno, TAM, receita ou probabilidade de sucesso.
Da pauta à decisão de avançar.
Usuário, trabalho, território e fricção precisam estar identificados.
Ao menos três fontes pertinentes, com período e limite explícitos.
Entrevistas e precedentes precisam testar a formulação inicial.
O menor teste deve produzir aprendizado sem prometer escala.
Definir antes o que enfraquece ou invalida a hipótese.
Avançar, adaptar ou abandonar com registro da decisão.
Oportunidade não é autorização.
A carteira não substitui validação jurídica, regulatória, técnica, competitiva, financeira ou comercial. Scores diferentes podem mudar quando novas fontes, entrevistas ou pilotos alterarem a evidência.